Homens se sentem menos culpados

Mesmo com os valores sociais mudando e a culpa tendo cada vez menos espaço em nossa sociedade atual, pesquisadores descobriram que mulheres se sentem mais culpadas do que os homens. E não é apenas a questão de que elas se sentem culpadas demais – são os homens que têm esses sentimentos de menos.

De acordo com os cientistas, as mulheres são mais sensíveis para com os demais. Para chegar nesse resultado, eles buscaram três grupos de pessoas com idades distintas (156 adolescentes, 96 jovens e 108 adultos), divididos igualmente entre homens e mulheres. Então os pesquisadores pediram para que eles apontassem situações em que se sentiam mais culpados e fizeram testes de sensibilidade interpessoal.

Os resultados mostraram que a intensidade da culpa em mulheres, independentemente de sua idade, é sempre maior – e a diferença da intensidade do sentimento entre homens e mulheres é ainda mais significativa na faixa etária de 40 a 50 anos.

Para os pesquisadores, essa diferença vem de práticas educacionais. Apesar de, atualmente, as mulheres e os homens receberem a mesma educação, ainda é esperado que as meninas sejam mais sensíveis.

Você sabia que, além disso, há dois diferentes tipos de culpa? Confira a lista abaixo:

  • Culpa por responsabilidade – o tipo mais comum de culpa é aquele que sentimos quando vemos outra pessoa sofrendo por nossa causa, por algo que fizemos. Sentimos empatia por essa pessoa e vemos que somos responsáveis pelo sofrimento.
  • Culpa ansiosa/agressiva – é comum para pessoas que cresceram em um ambiente onde eram consideradas culpadas por outras pessoas, especialmente onde os pais impunham regras mais restritas para o comportamento (obviamente, esse tipo de culpa aparece em mulheres mais velhas).

De acordo com os pesquisadores, a educação deve ser melhorada para evitar que as mulheres sofram de culpa ansiosa/agressiva e para que os homens tenham uma maior sensibilidade interpessoal, demonstrada pela culpa por responsabilidade.

Publicado em: Science Daily

Mulher é condenada por assistir a um filme pornô!

Nicole Ann Altendorf foi condenada por assistir a um filme pornô com janela aberta.

A americana Nicole Ann Altendorf foi condenada nesta quinta-feira (28), em Grand Forks, no estado da Dakota do Norte (EUA), a um
ano de condicional por assistir a um filme pornô com a janela aberta, permitindo que ele pudesse ser visto e ouvido pelos

alunos de uma escola, segundo reportagem do jornal “Grand Forks Herald”.
O incidente aconteceu em 16 de outubro. Na época, quando o policial Dylan Schauer chegou à residência da mulher, o
filme pornô ainda estava sendo exibido na televisão. O agente tentou falar com a mulher, mas sem sucesso.

Além da condicional, Nicole terá que passar por uma avaliação de dependência química.

Publicado em: G1

Bumbum grande faz bem à saúde, diz estudo!!

Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, analisaram diversos estudos sobre o efeito dos locais de armazenamento de gordura no corpo humano e descobriram que as detestadas gordurinhas no bumbum e nas coxas ajudam a proteger o corpo contra doenças. De acordo com o pesquisador Konstantinos Manolopoulos, já se sabia que a distribuição de gordura é importante para a saúde, mas ainda não se sabia exatamente como.

Segundo ele, a revisão de diversos estudos aponta que a gordura armazenada no bumbum e nas coxas ajuda a reduzir os riscos de diabetes e de doenças cardíacas, o que não ocorre quando a gordura é localizada na barriga. O próximo passo, de acordo com Manolopoulos, é descobrir como o corpo decide onde armazenar a sua gordura: “Quando entendermos isso, será possível pensar em abordagens terapêuticas para tomar proveito disso”, diz o pesquisador. “Talvez será possível usar a gordura em um modo preventivo, redistribuindo-a pelo corpo”, explica.

Quando analisaram os estudos, Manolopoulos e sua equipe perceberam que nem toda a gordura é produzida da mesma maneira no corpo: a gordura que fica no abdômen é considerada mais ativa do que aquela que fica na parte inferior do corpo. Este tipo de gordura se quebra mais facilmente, resultando na liberação de substâncias chamadas de citocinas, ligadas a doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes. Além disso, uma pesquisa realizada em 2008 descobriu que a gordura abdominal em ratos aumenta a inflamação e está ligada ao endurecimento das artérias, o que aumenta o risco de ataques cardíacos.

Já a gordura na parte inferior do corpo produz hormônios benéficos, que protegem o corpo contra estas doenças. Além disso, este tipo de gordura ajuda a prender ácidos graxos, que, quando liberados no corpo ou localizados em outros órgãos, aumentam o risco de diabetes e doenças cardíacas. Além disso, Manolopoulos explica que é por causa destes ácidos que é tão difícil emagrecer no bumbum e nas coxas: “A gordura que vai para lá fica lá”, diz.

Os pesquisadores não conseguiram, entretanto, descobrir como o corpo decide onde irá distribuir a gordura, mas acreditam que o fator genético é forte nesta questão. Além disso, a distribuição da gordura entre homens e mulheres também varia bastante. As mulheres têm uma tendência maior a ter mais gordura saudável na parte inferior do corpo, enquanto os homens tendem a acumular gordura no abdômen. “Só o fato de ser mulher e ter hormônios femininos já ajuda a proteger contra doenças cardiovasculares”, afirma Manolopoulos. Entretanto, explica o pesquisador, a menopausa modifica os hormônios, fazendo com que as mulheres acumulem mais gordura na barriga, aumentando o risco de doenças cardíacas e diabetes para patamares semelhantes aos dos homens da mesma idade.

Publicado em: Live Science

6 Revelações sobre a sexualidade feminina

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No início deste ano, uma pesquisa revelou que o famoso ponto G das mulheres pode não existir. Além disso, muito do que se sabe sobre a sexualidade feminina é mito ou está sendo revelado como questões mais complicadas do que se imaginava – sim, as mulheres são mesmo complicadas! Confira seis revelações sobre a sexualidade feminina, baseadas em pesquisas e descobertas recentes:

1. O ponto G pode não existir

Acredita-se que o ponto G é uma zona erógena do corpo feminino, uma área na vagina do tamanho de um feijão que, quando encontrado, pode trazer enorme prazer às mulheres. Entretanto, um estudo publicado em 04 de janeiro de 2010 abre o ano afirmando que a tal zona pode ser apenas um mito. A pesquisa foi realizada com 1.800 gêmeas, acreditando que, se uma das irmãs tivesse o ponto, a outra também teria, já que seus genes são iguais. O estudo descobriu, entretanto, que este padrão não se confirma, e concluem que esta zona erógena é uma idéia subjetiva, encorajada por sexólogos.

2. As mulheres se excitam mais do que percebem

Mulheres podem sentir excitação física sem mesmo perceber, de acordo com um estudo publicado recentemente, que afirma que os homens percebem a excitação mais facilmente que as mulheres. Segundo a pesquisa realizada com a análise de questionários de 2.500 mulheres e 1.900 homens, é mais comum que as mulheres apresentem uma resposta genital à excitação, mas que afirmem que não sentem esta resposta.

“Para os homens, a experiência é fortemente ligada a respostas fisiológicas, enquanto para as mulheres isto é diferente”, explica a pesquisadora Meredith Chivers, da Universidade de Queens, no Canadá.

3. Sexo e felicidade andam juntos

Mulheres que se dizem sexualmente satisfeitas são mais felizes independente da idade, segundo um estudo publicado no fim de 2009. Os pesquisadores não concluíram, entretanto, se elas se sentem mais satisfeitas por fazerem mais sexo ou se fazem mais sexo porque são mais felizes. Ainda assim, o estudo aponta que a falta de libido afeta a auto-estima feminina, além de abalar o relacionamento, causando problemas emocionais.

4. Mulheres espiritualizadas fazem mais sexo

Um estudo publicado em setembro revelou que mulheres mais espiritualizadas se sentem mais conectadas com o mundo à sua volta e a outras pessoas – e fazem mais sexo, além de ter mais parceiros. Os homens que responderam ao mesmo questionário sobre a própria espiritualidade e sexualidade não mostraram o mesmo traço que as mulheres, entretanto.

5. Traição emocional traz mais culpa

Os homens se sentem mais culpados que as mulheres quando cometem adultério. As mulheres, entretanto, se sentem mais culpadas que os homens quando têm pensamentos sobre traição e outras transgressões mentais. As mulheres afirmam que se sentem mais culpadas por se apaixonar por outro homem do que por fazer sexo com outro parceiro.

6. Prestar muita atenção ao sexo pode atrapalhar o prazer

As mulheres que prestam muita atenção à própria performance durante o sexo podem prejudicar o próprio desejo e prazer, aumentando a auto-crítica e formando um ciclo vicioso durante a vida sexual. É claro que isso já podia ser imaginado, mas um estudo publicado em março de 2009 mostrava análises cerebrais das mulheres durante o sexo, e prova que o melhor a se fazer é relaxar e curtir o momento.

Publicado em : Live Science

Mulheres percebem homens que se atraem por elas através do suor

Um estudo realizado na Universidade de Rice, no Texas, Estados Unidos, revela que mulheres conseguem perceber diferenças de humor no suor masculino, e conseguem até mesmo reconhecer as mudanças que indicam atração. A pesquisa foi realizada com 19 mulheres com aproximadamente 20 anos, que foram apresentadas a dois tipos de suor masculino – um definido como “normal” e o outro como “sexual”. O suor foi colhido de uma seleção de homens que ficaram com almofadas de poliéster nas axilas.

O suor “normal” foi colhido durante uma sessão de 20 minutos em que os homens assistiram a vídeos educacionais. O suor “sexual”, por sua vez, foi obtido após os homens assistirem a 20 minutos de um vídeo erótico. As participantes do estudo foram expostas às diferentes amostras, enquanto os pesquisadores analisavam as suas atividades cerebrais.

As mulheres não percebem conscientemente, mas o cérebro reconhece os odores e responde ativamente a eles. De acordo com a pesquisadora Denise Chen, o suor “sexual” ativou partes diferentes do cérebro das mulheres. Chen também afirma que os resultados do estudo sugerem que o cérebro feminino é capaz de reconhecer o odor de um homem que está atraído por ela.

Publicado em: Telegraph

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