Homens se sentem menos culpados

Mesmo com os valores sociais mudando e a culpa tendo cada vez menos espaço em nossa sociedade atual, pesquisadores descobriram que mulheres se sentem mais culpadas do que os homens. E não é apenas a questão de que elas se sentem culpadas demais – são os homens que têm esses sentimentos de menos.

De acordo com os cientistas, as mulheres são mais sensíveis para com os demais. Para chegar nesse resultado, eles buscaram três grupos de pessoas com idades distintas (156 adolescentes, 96 jovens e 108 adultos), divididos igualmente entre homens e mulheres. Então os pesquisadores pediram para que eles apontassem situações em que se sentiam mais culpados e fizeram testes de sensibilidade interpessoal.

Os resultados mostraram que a intensidade da culpa em mulheres, independentemente de sua idade, é sempre maior – e a diferença da intensidade do sentimento entre homens e mulheres é ainda mais significativa na faixa etária de 40 a 50 anos.

Para os pesquisadores, essa diferença vem de práticas educacionais. Apesar de, atualmente, as mulheres e os homens receberem a mesma educação, ainda é esperado que as meninas sejam mais sensíveis.

Você sabia que, além disso, há dois diferentes tipos de culpa? Confira a lista abaixo:

  • Culpa por responsabilidade – o tipo mais comum de culpa é aquele que sentimos quando vemos outra pessoa sofrendo por nossa causa, por algo que fizemos. Sentimos empatia por essa pessoa e vemos que somos responsáveis pelo sofrimento.
  • Culpa ansiosa/agressiva – é comum para pessoas que cresceram em um ambiente onde eram consideradas culpadas por outras pessoas, especialmente onde os pais impunham regras mais restritas para o comportamento (obviamente, esse tipo de culpa aparece em mulheres mais velhas).

De acordo com os pesquisadores, a educação deve ser melhorada para evitar que as mulheres sofram de culpa ansiosa/agressiva e para que os homens tenham uma maior sensibilidade interpessoal, demonstrada pela culpa por responsabilidade.

Publicado em: Science Daily

10 Razões para fazer mais sexo!!!

Ninguém duvida que sexo é uma atividade prazerosa, mas cada vez mais evidências aparecem para mostrar que o sexo pode ser benéfico para a saúde. Pesquisas apontam que pessoas que fazem sexo freqüentemente tendem a viver mais, têm menos problemas cardíacos e menor probabilidade de desenvolver certos tipos de câncer. Além disso, estudos mostram que homens que têm vidas sexuais ativas têm esperma mais saudável, e as mulheres que fazer sexo regularmente sofrem menos sintomas da menopausa.

Agora, mais uma pesquisa se soma a estas descobertas: um estudo realizado na Escócia revisou décadas de pesquisas sobre saúde sexual e conclui que o sexo vaginal tradicional é o que resulta em mais benefícios à saúde. De acordo com Stuart Brody, que realizou o estudo, a explicação para isso é simples. “A evolução recompensa comportamentos que aumentar as chances de propagação dos genes, e apenas este ato sexual é potencialmente reprodutivo”, afirma o pesquisador.

Apesar das descobertas evolutivas de Brody, outras pesquisas apontam que atividades sexuais diferentes também trazem benefícios à saúde humana. A pesquisadora Beverly Whipple, entretanto, afirma que não é possível estabelecer se o sexo faz com que as pessoas sejam mais saudáveis, ou se pessoas mais saudáveis tendem a fazer mais sexo. “Não podemos dizer com certeza que existe uma relação de causa e efeito entre o sexo e uma saúde melhor”, diz.

Embora os motivos por trás dos benefícios trazidos pelo sexo ainda sejam desconhecidos, confira uma pequena lista de melhoras na saúde que as pessoas que fazem sexo freqüentemente têm.

1. Uma vida mais longa

Um estudo realizado no Reino Unido descobriu que homens que fazem sexo ao menos duas vezes por semana vivem mais que aqueles que fazem sexo menos de uma vez por mês. Um estudo feito nos Estados Unidos fez descobertas semelhantes, enquanto um estudo sueco que examinou a vida sexual de homens com mais de 70 anos descobriu que aqueles que morreram antes de completar 75 anos tinham parado a vida sexual ainda jovens. Nas mulheres, não foram encontrados resultados semelhantes, mas a pesquisa estadunidense descobriu que aquelas que afirmavam ter prazer durante o sexo viviam mais do que as que não gostavam do ato sexual.

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6 Revelações sobre a sexualidade feminina

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No início deste ano, uma pesquisa revelou que o famoso ponto G das mulheres pode não existir. Além disso, muito do que se sabe sobre a sexualidade feminina é mito ou está sendo revelado como questões mais complicadas do que se imaginava – sim, as mulheres são mesmo complicadas! Confira seis revelações sobre a sexualidade feminina, baseadas em pesquisas e descobertas recentes:

1. O ponto G pode não existir

Acredita-se que o ponto G é uma zona erógena do corpo feminino, uma área na vagina do tamanho de um feijão que, quando encontrado, pode trazer enorme prazer às mulheres. Entretanto, um estudo publicado em 04 de janeiro de 2010 abre o ano afirmando que a tal zona pode ser apenas um mito. A pesquisa foi realizada com 1.800 gêmeas, acreditando que, se uma das irmãs tivesse o ponto, a outra também teria, já que seus genes são iguais. O estudo descobriu, entretanto, que este padrão não se confirma, e concluem que esta zona erógena é uma idéia subjetiva, encorajada por sexólogos.

2. As mulheres se excitam mais do que percebem

Mulheres podem sentir excitação física sem mesmo perceber, de acordo com um estudo publicado recentemente, que afirma que os homens percebem a excitação mais facilmente que as mulheres. Segundo a pesquisa realizada com a análise de questionários de 2.500 mulheres e 1.900 homens, é mais comum que as mulheres apresentem uma resposta genital à excitação, mas que afirmem que não sentem esta resposta.

“Para os homens, a experiência é fortemente ligada a respostas fisiológicas, enquanto para as mulheres isto é diferente”, explica a pesquisadora Meredith Chivers, da Universidade de Queens, no Canadá.

3. Sexo e felicidade andam juntos

Mulheres que se dizem sexualmente satisfeitas são mais felizes independente da idade, segundo um estudo publicado no fim de 2009. Os pesquisadores não concluíram, entretanto, se elas se sentem mais satisfeitas por fazerem mais sexo ou se fazem mais sexo porque são mais felizes. Ainda assim, o estudo aponta que a falta de libido afeta a auto-estima feminina, além de abalar o relacionamento, causando problemas emocionais.

4. Mulheres espiritualizadas fazem mais sexo

Um estudo publicado em setembro revelou que mulheres mais espiritualizadas se sentem mais conectadas com o mundo à sua volta e a outras pessoas – e fazem mais sexo, além de ter mais parceiros. Os homens que responderam ao mesmo questionário sobre a própria espiritualidade e sexualidade não mostraram o mesmo traço que as mulheres, entretanto.

5. Traição emocional traz mais culpa

Os homens se sentem mais culpados que as mulheres quando cometem adultério. As mulheres, entretanto, se sentem mais culpadas que os homens quando têm pensamentos sobre traição e outras transgressões mentais. As mulheres afirmam que se sentem mais culpadas por se apaixonar por outro homem do que por fazer sexo com outro parceiro.

6. Prestar muita atenção ao sexo pode atrapalhar o prazer

As mulheres que prestam muita atenção à própria performance durante o sexo podem prejudicar o próprio desejo e prazer, aumentando a auto-crítica e formando um ciclo vicioso durante a vida sexual. É claro que isso já podia ser imaginado, mas um estudo publicado em março de 2009 mostrava análises cerebrais das mulheres durante o sexo, e prova que o melhor a se fazer é relaxar e curtir o momento.

Publicado em : Live Science

Mulheres percebem homens que se atraem por elas através do suor

Um estudo realizado na Universidade de Rice, no Texas, Estados Unidos, revela que mulheres conseguem perceber diferenças de humor no suor masculino, e conseguem até mesmo reconhecer as mudanças que indicam atração. A pesquisa foi realizada com 19 mulheres com aproximadamente 20 anos, que foram apresentadas a dois tipos de suor masculino – um definido como “normal” e o outro como “sexual”. O suor foi colhido de uma seleção de homens que ficaram com almofadas de poliéster nas axilas.

O suor “normal” foi colhido durante uma sessão de 20 minutos em que os homens assistiram a vídeos educacionais. O suor “sexual”, por sua vez, foi obtido após os homens assistirem a 20 minutos de um vídeo erótico. As participantes do estudo foram expostas às diferentes amostras, enquanto os pesquisadores analisavam as suas atividades cerebrais.

As mulheres não percebem conscientemente, mas o cérebro reconhece os odores e responde ativamente a eles. De acordo com a pesquisadora Denise Chen, o suor “sexual” ativou partes diferentes do cérebro das mulheres. Chen também afirma que os resultados do estudo sugerem que o cérebro feminino é capaz de reconhecer o odor de um homem que está atraído por ela.

Publicado em: Telegraph

Sexo: As 9 descobertas mais intrigantes do ano

Nós amamos, nós aprendemos, e tivemos algumas das nossas intuições sexuais confirmadas por pesquisas científicas. Como 2009 vai chegando ao fim, colocamos à disposição do nosso leitor as 9 lições sobre sexo mais intrigantes do ano. Confira:

Sexo cheira: O suor de um homem tem um odor diferente quando está sexualmente excitado, e as mulheres sabem dizer a diferença entre o cheiro do suor “sexual” e o normal, de acordo com um estudo divulgado no The Journal of Neuroscience.

Coito interrompido funciona: Bem, na maior parte das vezes. Em um artigo publicado na edição de junho da revista Conception, cientistas descobriram que o coito interrompido é “quase tão efetivo quanto os preservativos masculinos” no que se refere à prevenção da gravidez (uma taxa de falha de 18%, contra 17% das camisinhas).

Brincadeira de criança: Um estudo da Iowa State University descobriu que 25% das crianças (de 11 a 16 anos) de famílias de baixa renda relataram que fazem sexo. A média de idade da primeira transa naquele grupo era de 12,77 anos.

As dores do crescimento: De acordo com um estudo da Universidade de Turim, extensores de pênis podem funcionar – uma marca em particular que usa tração gradual para esticar o pênis ao longo do tempo. Foi descoberto que ela é capaz de aumentar o comprimento do membro flácido em quase uma polegada (2,54 cm).

A busca do prazer: Homens que são sexualmente ativos demais dos 20 aos 40 anos – especialmente os que se masturbam com frequência – têm um risco maior de adquirir câncer de próstata, segundo pesquisadores da Universidade de Nottingham. Mas esse risco diminui à medida que o homem envelhece, e – uma vez que ele está com 50 anos ou mais, justamente pequenos níveis de atividade sexual podem ajudar a protegê-lo da doença.

Consumo da pílula: Em fevereiro, a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos setores alimentício e farmacêutico dos EUA, determinou que a Bayer, fabricante do anticoncepcional Yaz, ajustasse os comerciais da pílula, que a promoviam como arma exageradamente eficaz contra a acne e a TPM e que menosprezava os potenciais riscos à saúde que a droga continha.

Isso é um teste: A American College of Obstetricians anda Gynecologists lançou novas diretrizes para exames de câncer do colo do útero: as pacientes devem esperar até os 21 anos de idade para realizar seu primeiro exame de Papanicolau e devem ser examinadas a cada três anos (em vez de anualmente) se elas tiverem um histórico normal de resultados desses testes.

Ainda não: De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Theoretical Biology, mulheres que resistem ao sexo estão agindo por um impulso biológico para encontrar fornecedores mais adequados – e os homens estão esperando para provar que eles estão à altura do desafio.

Inversão de papéis: Os homens se sentem mais culpados após infidelidade sexual, enquanto que as mulheres se sentem pior depois de uma transgressão emocional (como se apaixonar por outra pessoa). O estudo mostra também que eles tendem a perdoar mais a infidelidade sexual da parceira, e menos a emocional, enquanto que elas sairiam do relacionamento sem pestanejar mais provavelmente no caso de o parceiro ter feito sexo com outra. A pesquisa, que é da St. Mary’s University (de Halifax, Canadá), contrariou todas as hipóteses dos cientistas, que achavam que seria justamente o oposto em todos os aspectos citados.

[Fonte: Live Science]

Publicado em: http://hypescience.com

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