Homens se sentem menos culpados

Mesmo com os valores sociais mudando e a culpa tendo cada vez menos espaço em nossa sociedade atual, pesquisadores descobriram que mulheres se sentem mais culpadas do que os homens. E não é apenas a questão de que elas se sentem culpadas demais – são os homens que têm esses sentimentos de menos.

De acordo com os cientistas, as mulheres são mais sensíveis para com os demais. Para chegar nesse resultado, eles buscaram três grupos de pessoas com idades distintas (156 adolescentes, 96 jovens e 108 adultos), divididos igualmente entre homens e mulheres. Então os pesquisadores pediram para que eles apontassem situações em que se sentiam mais culpados e fizeram testes de sensibilidade interpessoal.

Os resultados mostraram que a intensidade da culpa em mulheres, independentemente de sua idade, é sempre maior – e a diferença da intensidade do sentimento entre homens e mulheres é ainda mais significativa na faixa etária de 40 a 50 anos.

Para os pesquisadores, essa diferença vem de práticas educacionais. Apesar de, atualmente, as mulheres e os homens receberem a mesma educação, ainda é esperado que as meninas sejam mais sensíveis.

Você sabia que, além disso, há dois diferentes tipos de culpa? Confira a lista abaixo:

  • Culpa por responsabilidade – o tipo mais comum de culpa é aquele que sentimos quando vemos outra pessoa sofrendo por nossa causa, por algo que fizemos. Sentimos empatia por essa pessoa e vemos que somos responsáveis pelo sofrimento.
  • Culpa ansiosa/agressiva – é comum para pessoas que cresceram em um ambiente onde eram consideradas culpadas por outras pessoas, especialmente onde os pais impunham regras mais restritas para o comportamento (obviamente, esse tipo de culpa aparece em mulheres mais velhas).

De acordo com os pesquisadores, a educação deve ser melhorada para evitar que as mulheres sofram de culpa ansiosa/agressiva e para que os homens tenham uma maior sensibilidade interpessoal, demonstrada pela culpa por responsabilidade.

Publicado em: Science Daily

Sexo: As 9 descobertas mais intrigantes do ano

Nós amamos, nós aprendemos, e tivemos algumas das nossas intuições sexuais confirmadas por pesquisas científicas. Como 2009 vai chegando ao fim, colocamos à disposição do nosso leitor as 9 lições sobre sexo mais intrigantes do ano. Confira:

Sexo cheira: O suor de um homem tem um odor diferente quando está sexualmente excitado, e as mulheres sabem dizer a diferença entre o cheiro do suor “sexual” e o normal, de acordo com um estudo divulgado no The Journal of Neuroscience.

Coito interrompido funciona: Bem, na maior parte das vezes. Em um artigo publicado na edição de junho da revista Conception, cientistas descobriram que o coito interrompido é “quase tão efetivo quanto os preservativos masculinos” no que se refere à prevenção da gravidez (uma taxa de falha de 18%, contra 17% das camisinhas).

Brincadeira de criança: Um estudo da Iowa State University descobriu que 25% das crianças (de 11 a 16 anos) de famílias de baixa renda relataram que fazem sexo. A média de idade da primeira transa naquele grupo era de 12,77 anos.

As dores do crescimento: De acordo com um estudo da Universidade de Turim, extensores de pênis podem funcionar – uma marca em particular que usa tração gradual para esticar o pênis ao longo do tempo. Foi descoberto que ela é capaz de aumentar o comprimento do membro flácido em quase uma polegada (2,54 cm).

A busca do prazer: Homens que são sexualmente ativos demais dos 20 aos 40 anos – especialmente os que se masturbam com frequência – têm um risco maior de adquirir câncer de próstata, segundo pesquisadores da Universidade de Nottingham. Mas esse risco diminui à medida que o homem envelhece, e – uma vez que ele está com 50 anos ou mais, justamente pequenos níveis de atividade sexual podem ajudar a protegê-lo da doença.

Consumo da pílula: Em fevereiro, a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos setores alimentício e farmacêutico dos EUA, determinou que a Bayer, fabricante do anticoncepcional Yaz, ajustasse os comerciais da pílula, que a promoviam como arma exageradamente eficaz contra a acne e a TPM e que menosprezava os potenciais riscos à saúde que a droga continha.

Isso é um teste: A American College of Obstetricians anda Gynecologists lançou novas diretrizes para exames de câncer do colo do útero: as pacientes devem esperar até os 21 anos de idade para realizar seu primeiro exame de Papanicolau e devem ser examinadas a cada três anos (em vez de anualmente) se elas tiverem um histórico normal de resultados desses testes.

Ainda não: De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Theoretical Biology, mulheres que resistem ao sexo estão agindo por um impulso biológico para encontrar fornecedores mais adequados – e os homens estão esperando para provar que eles estão à altura do desafio.

Inversão de papéis: Os homens se sentem mais culpados após infidelidade sexual, enquanto que as mulheres se sentem pior depois de uma transgressão emocional (como se apaixonar por outra pessoa). O estudo mostra também que eles tendem a perdoar mais a infidelidade sexual da parceira, e menos a emocional, enquanto que elas sairiam do relacionamento sem pestanejar mais provavelmente no caso de o parceiro ter feito sexo com outra. A pesquisa, que é da St. Mary’s University (de Halifax, Canadá), contrariou todas as hipóteses dos cientistas, que achavam que seria justamente o oposto em todos os aspectos citados.

[Fonte: Live Science]

Publicado em: http://hypescience.com

Casais que lavam louças junto sao mais felizes!

Um novo estudo publicado pela Universidade de Ontário, no Canadá, revela que casais que dividem as responsabilidades domésticas são mais felizes e satisfeitas que famílias com outros modelos de divisão de trabalho. A categoria considerada de “papéis divididos” – em que cada parceiro realiza de 40 a 60% do trabalho doméstico sem remuneração – já correspondem a 25% das famílias daquele país. Segundo o estudo, grande parte destas famílias têm mulheres que trabalham fora, ganham bem e são menos religiosas.

Já o modelo de família tradicional, em que os homens realizam o trabalho remunerado e as mulheres realizam o trabalho doméstico não-remunerado, está diminuindo, mas ainda constitui grande parte das famílias. Os pesquisadores sugerem que a divisão de trabalhos domésticos é mais vantajosa para a sociedade, em termos de igualdade de gêneros e a capacidade de participação por adultos no campo de trabalho. O estudo também afirma que o modelo é mais vantajoso pois não deixa a mulher desamparada em caso de separação, divórcio ou morte do parceiro.

Os pesquisadores afirmam que uma política pública poderia ajudar a promover este estilo de vida e modelo familiar. Segundo eles, deveriam ser providenciadas oportunidades iguais de acesso aos estudos e ao mercado de trabalho para homens e mulheres. Além disso, eles afirmam que melhores condições para equilibrar a dedicação ao trabalho e ao lar e políticas de maior envolvimento masculino no trabalho caseiro poderiam ajudar a aumentar o número de famílias que têm este modelo. [Science Daily]

Publicado em: http://hypescience.com/

Sussurrar pode salvar seu casamento diz pesquisa!

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Gritar com seu chefe pode fazer bem à saúde – mas obviamente não ao seu emprego. De acordo com um estudo realizado durante uma década com 2.755 homens publicado recentemente, as pessoas que não verbalizam o stress têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco, quando comparadas com aquelas que dão vazão à sua raiva.

Embora gritar e liberar o stress possa ser bom em alguns locais, a ideia não é nada boa para a sua vida em casa. Em relação aos relacionamentos, principalmente aqueles que já têm problemas, a melhor ideia é sussurrar. A psicóloga forense Kerry Daynes é especializada em relacionamentos e afirma que casais fariam um bem ao relacionamento deixando a voz baixa.

» Casamento “bela e fera” tem “mais chance de sucesso”

“Quando os casais têm uma comunicação difícil, sussurrar pode ser uma técnica boa”, diz. “Ela requer que as duas partes do casal façam um esforço para escutar o que o outro está dizendo, e a pessoa que fala tende a diminuir a velocidade da fala e pensar mais no que está dizendo”, explica Daynes. “Enquanto isso, a pessoa que escuta tem que se concentrar para ouvir o que está sendo dito, e pode escutar melhor do que normalmente”, completa.

A terapia do sussurro foi aceita com entusiasmo em Hollywood. Brad Pitt e Angelina Jolie, que sofreram com matérias especulando sobre o fim de seu casamento, silenciaram as especulações no início do ano, quando mostraram sussurros íntimos na estréia de um filme. A atriz foi vista sorrindo no tapete vermelho enquanto o marido sussurrava algo em seu ouvido esquerdo.

Outro casal famoso se rendeu ao poder do sussurro para salvar o casamento: Madonna e Guy Ritchie utilizaram uma técnica encorajada pela cabala, a filosofia de vida seguida pela cantora. De acordo com a cabala, passar pensamentos bons para o parceiro em público pode ajudar nos relacionamentos. A cada quinze minutos, os casais devem se olhar e se tocar gentilmente, e sussurrar uma palavra que demonstra o que eles gostam um no outro.

Como foi amplamente divulgado, a técnica não funcionou para este casal, que se separou algumas semanas depois de ter sido avistado em um tapete vermelho elogiando um ao outro. Ainda assim, a psicoterapeuta Hettie Hunter, especializada em relacionamentos, afirma que falar mansamente é uma ferramenta útil para casais que se afastaram mas que têm vontade de recuperar a relação.

» Negação leva a um casamento feliz

“O poder do sussurro é algo que adquirimos desde o nascimento”, explica Hunter. “A voz baixa e o toque são nossas primeiras experiências sensoriais, e são uma parte importante do processo de criação de laços: as mães cantam em voz baixa e sussurram para os bebês”, diz a especialista.

Daynes afirma que o sussurro pode ser também uma maneira de recuperar o período de lua-de-mel do relacionamento: “Ele ajuda a criar uma atmosfera de intimidade, e no início dos relacionamentos é comum falar baixinho com os parceiros”, diz. Além disso, o poder do sussurro é maior do que apenas as palavras que são ditas, afirma a psicóloga. “O sussurro requer proximidade, você precisa ficar próximo à cabeça do parceiro para falar”, diz.

Ouvido direito ou esquerdo?

De acordo com pesquisas, também ajuda sussurrar no ouvido “certo”: um estudo realizado na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostra que palavras emocionais foram consideradas mais poderosas e foram mais bem lembradas quando são faladas para o ouvido esquerdo. Mensagens não-emocionais, como instruções ou direções para um local, foram mais bem lembradas quando ditas no ouvido direito, o lado do corpo controlado pela parte lógica do cérebro.

» Tédio pode destruir o casamento

Daynes admite, entretanto, que é necessário muito mais do que palavras doces no ouvido correto para salvar um casamento, mas a vontade de tentar mostra um compromisso com a relação. “É uma estratégia simples, e casais com problemas devem também considerar procurar ajuda profissional para aprender a negociar, discutir construtivamente e dar retorno ao parceiro sem criticá-lo”, explica. “Usar só o sussurro para salvar o relacionamento é como diminuir o volume da televisão quando você deveria mudar o canal”, diz a especialista. [Telegraph]

Publicado em: http://hypescience.com

Após casamento, americana descobre que é alérgica ao sêmen do marido

Julie Boyde é alérgica ao esperma do marido Mike. (Foto: Reprodução/ABC News)

Julie Boyde é alérgica ao esperma do marido Mike. (Foto: Reprodução/ABC News)

O casal americano Julie e Mike Boyde, que mora em Ambridge, no estado da Pensilvânia (EUA), está envolvido em um mistério médico. Após o casamento em 2005, Julie descobriu que é alérgica ao sêmen do marido, segundo a emissora de TV “ABC News”.

Antes do casamento, de acordo com a reportagem, eles faziam sexo com preservativos. Após a união, eles decidiram parar de usar camisinha, pois queriam ter um bebê. No entanto, na primeira relação desprotegida, Julie teve dores fortíssimas.

Como o sexo tinha se tornado muito doloroso, Julie realizou exames médicos e descobriu que era alérgica ao sêmen do marido. Eles chegaram a fazer um tratamento novo, na esperança que isso permitisse a eles ter um bebê, mas o resultado não foi bem sucedido.

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